MMA e PNUD apoiam seminário internacional sobre vulnerabilidade social no semiárido brasileiro

3/nov/2016

O evento busca desenvolver e divulgar tecnologias sociais para melhor convivência com o semiárido. Foto: Tiago Zenero/PNUD Brasil.

O semiárido brasileiro é um território habitado por cerca de 23 milhões de pessoas, o que corresponde a 34% da população do Nordeste e cerca de 12% da população do Brasil. Para debater a vulnerabilidade socioambiental e resiliência nesse bioma, pesquisadores, técnicos, especialistas, instituições, estudantes e professores do Brasil e do exterior se reunirão no Centro Xingó, localizado na divisa entre Alagoas e Sergipe, no município de Piranhas (AL), entre 3 e 4 de novembro.

O evento busca desenvolver e divulgar tecnologias sociais para melhor convivência com as regiões semiáridas. Além disso, visa avaliar processos mais adequados de inclusão produtiva e discutir novas formas de interação com a sociedade local, para a população residente e sua relação com o ambiente.

Durante o seminário, serão abordados assuntos como: boas práticas e experiências exitosas para a convivência com regiões áridas e semiáridas; o uso hidroagrícola do canal do sertão: produção, inserção socioprodutiva, segurança alimentar e convivência com o Semiárido; e o protagonismo feminino na convivência com o Semiárido. Os debates construídos no decorrer do seminário serão sistematizados em formato de publicação.

O 3º Seminário Internacional de Convivência com o Semiárido conta com o apoio do Ministério do Meio Ambiente e do PNUD. Além disso, a parceria apoia o Curso Internacional de Convivência com o Semiárido que será realizado na sequência do seminário internacional, até 25 de novembro.

“As duas atividades visam à discussão de políticas públicas e formação de multiplicadores em manejo sustentável de terras”, destaca a oficial de programas da unidade de desenvolvimento sustentável do PNUD, Rose Diegues.

Nesta edição, o curso, que possui carga horária de 200 horas, abordará negócios sociais e a integração campo-cidade, inserção socioprodutiva e uso de produtos da sociobiodiversidade da Caatinga; e educação, intercâmbio e extensão rural.

O curso deverá garantir a formação de seus alunos como multiplicadores, detentores de compreensão abrangente e integrada sobre a convivência com regiões semiáridas e, ao mesmo tempo, a postura como agentes criativos e reflexivos, possibilitando aos alunos o domínio crítico do uso das tecnologias sociais construídas na sociedade e já parcialmente integradas ao Centro Xingó e famílias do entorno.

 

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