Oficina discute dados e indicadores para os ODS

15/ago/2017

Série de oficinas temáticas discutirão fontes de dados, metodologias e indicadores adequados para a realidade brasileira. Foto: PNUD/Guilherme Larsen.

Com a finalidade de aprofundar a discussão sobre indicadores e dados para o monitoramento e acompanhamento da Agenda 2030, a Secretaria de Governo da Presidência da República, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Instituto de Planejamento de Pesquisa Econômica Aplicada e o PNUD iniciaram, nesta terça-feira (15), a série de oficinas temáticas sobre o tema. Os encontros promovem a discussão sobre metas, fontes de dados, metodologias e indicadores adequados para a realidade brasileira. Na primeira oficina, especialistas discutiram indicadores para os temas “Pobreza e Desigualdade; Proteção Social e Gasto”.

Ao longo das oficinas, os especialistas irão elaborar subsídios voltados para a integração, localização e internalização dos ODS no país, principalmente por meio de dados. Os subsídios terão como base o quadro global de indicadores estebelecido pelo Grupo Interagencial de Peritos sobre os Indicadores dos ODS (IAEG-SDGs).

Na abertura da oficina, o presidente do IBGE, Roberto Olinto, destacou que o trabalho integrado na discussão de indicadores nacionais é fundamental ao cumprimento da Agenda 2030. “Estamos vendo com muito otimismo todo o trabalho nacional para o alcance dos ODS. Essas oficinas serão muito proveitosas para discutirmos qual o conjunto de indicadores que desejamos em nosso país”, destacou.

O presidente do IPEA, Ernesto Lozardo, disse que a identificação de indicadores nacionais é essencial para não deixarmos ninguém para trás. “Nós temos um papel relevante na avaliação e análise desses indicadores. Se não tivermos uma coordenação eficaz, que envolva a sociedade e governos para monitorar resultados, muita gente ficará para trás. É muito importante nossa competência administrativa para coordenador esse trabalho. E o Brasil tem a condição de não deixar ninguém para trás”, afirmou.

Segundo o secretário adjunto da Secretaria Nacional de Articulação Social, Claudio Ribeiro, “os indicadores são fundamentais em todo o processo de planejamento, e os ODS são uma oportunidade para que o Brasil retome o planejamento de longo prazo, com políticas integradas por meio de um processo participativo”.

O presidente da Escola Nacional de Administração Pública, Francisco Gaetani, destacou que os ODS são uma importante ferramenta de construção conjunta entre governos e sociedade. “Os ODS são o mais importante produto da conferência Rio+20, e temos uma plataforma que permite trabalharmos nossos desafios e políticas em um processo permanente de diálogo e aprendizado entre instâncias de governo e sociedade”, disse.

Diretor de País do PNUD, Didier Trebucq ressaltou que “a discussão dos indicadores para o cumprimento dos ODS é fundamental para que o processo de localização da Agenda 2030 envolva diferentes atores da sociedade”.

O produto final de cada oficina será um relatório sobre as metas e indicadores abordados nos encontros pelos especialistas. No documento, deverá constar uma lista com os indicadores, existentes e possíveis de serem materializados, mais relevantes para cada uma das metas dos ODS debatidas nas oficinas. O relatório também deverá apresentar as principais lacunas de informação e dados em relação aos ODS e suas metas.

 

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