Selo reconhece empresas que colaboram com reintegração de ex-detentos

6/dez/2017

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Um dos principais desafios de quem acaba de cumprir pena em regime fechado é encontrar emprego. Merecem, portanto, reconhecimento, incentivo e visibilidade instituições que colaboram com a reintegração de ex-detentos ao mercado de trabalho e à sociedade. Essa é a ideia por trás do Selo Resgata, que o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça, lançou no último dia 22. A proposta do selo é reconhecer empresas e demais instituições que contratam pessoas privadas de liberdade e egressos do sistema prisional brasileiro. O desenho da metodologia do selo recebeu contribuição técnica do projeto de cooperação entre Depen e PNUD  “Fortalecendo a Gestão do Sistema Prisional Brasileiro”.

Segundo o diretor-geral do Depen, Jefferson Almeida, a medida leva em consideração a Lei de Execução Penal que define o trabalho do privado de liberdade como um dever social e de promoção da dignidade humana e, por essa razão, deve ter caráter educativo e produtivo. "As empresas e demais organizações, públicas ou privadas, ao empregarem a mão de obra do preso e do egresso do sistema prisional, ajudam a mudar paradigmas, superar preconceitos e, ainda, são criadas oportunidades, fortalecendo a cidadania", acrescenta o diretor.

Para a oficial de programa do PNUD, responsável pelos projetos voltados para justiça, cidadania e direitos humanos, Moema Freire, “fortalecer iniciativas que criem oportunidades de reinserção na sociedade dos egressos do sistema prisional é fundamental para a promoção de cidadania e para evitar a reincidência no crime, colaborando para a construção de sociedades mais pacíficas, justas e inclusivas”.

 

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