Encontro do Bem Diverso aborda desafios para conservação da biodiversidade

8/dez/2017

Foto: Projeto Bem Diverso

O Projeto Bem Diverso, resultante de parceria entre PNUD e a Embrapa, realizado com recursos do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF), reuniu entre os dias 5 e 7 de dezembro representantes dos territórios onde é implementado e especialistas sobre biodiversidade para o encontro anual da iniciativa. A reunião, na sede da Embrapa, em Brasília,  proporcionou debate sobre conservação ambiental, boas práticas de extrativismo e influência da biodiversidade na gastronomia.

No primeiro dia de evento, os participantes discutiram as contribuições  da gastronomia para a biodiversidade. O Centro Global de Gastronomia e Biodiversidade, iniciativa do Instituto ATÁ, apresentou essa perspectiva. O representante do instituto, Roberto Smeraldi, destacou a importância de organismos internacionais para a construção de redes de projetos. “Quando existem organismos como PNUD envolvidos, a gente sabe que gera o benefício da rede, do contato com outras instituições que pode gerar sinergia com aquela iniciativa, seja para troca de experiência, seja para agregar valor. A função de rede, de networking é tão importante quanto os recursos”. Também foram temas de debate a comercialização dos produtos da biodiversidade; a educação dos povos tradicionais; a experiência das mulheres na luta pela autonomia no campo; políticas públicas; e luta pela garantia dos territórios dos povos tradicionais. 

Para a gerente de projetos do PNUD, Patrícia Benthien, "o encontro do projeto Bem Diverso tem como foco, neste ano, a promoção de troca de experiências e informações sobre os resultados alcançados até agora, bem como a intensificação das sinergias entre os diversos parceiros e atores que dele fazem parte. Tem sido um encontro muito rico e, em suas dinâmicas, percebe-se o entusiasmo gerado por seus resultados, atividades e potenciais ações futuras".

Um dos objetivos do encontro anual do Bem Diverso foi entender e formular maneiras de superar os desafios encontrados pelo projeto. Pesquisador da Embrapa e coordenador do projeto Bem Diverso, Aldicir Scariot destacou alguns deles: “Melhorar a qualidade da produção feita pelos agroextrativistas de forma que essa produção atinja o mercado e que haja um retorno financeiro como forma de empoderar esses extrativistas e desenvolver um projeto que respeite o modo de vida das comunidades e que se relacione com esses meios de vida são grandes desafios”.

Aldicir ressaltou também os resultados positivos compartilhados no encontro. “Podemos destacar, por exemplo, o planejamento do território em que usamos ferramentas de geotecnologia e modelagem bastante avançadas como forma de ter no planejamento subsídios que permitam delinear o uso desse território, considerando a produção, as comunidades que ali trabalham, as potencialidades e as limitações que existem naquele território”.

O projeto Bem Diverso trabalha com a sociobiodiversidade a partir de doze espécies prioritárias com potencial promocional para exploração e comercialização e para gerar renda a agricultores familiares das regiões.  O projeto trabalha com a capacitação de comunidades, promove a cadeia de valor para os produtos, acesso ao mercado e mapeia incentivos financeiros existentes para viabilizar o comércio desses projetos.  O objetivo é auxiliar na promoção do desenvolvimento local e, ao mesmo tempo, na conservação do ambiente.


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