Foto: Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN)

Práticas que incentivam o desenvolvimento e o uso sustentável da biodiversidade do solo e da água no cerrado e na caatinga estarão em destaque durante o 2° Encontro de Experiências e Aprendizados do Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-ECOS) no Cerrado e na Caatinga, que começou nesta terça-feira (8) e segue até quinta-feira (10) em Brasília. Além de compartilhar o resultado de boas práticas de conservação ambiental, a reunião tem a proposta planejar os próximos cinco anos de atuação do programa.

O encontro, organizado pelo Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), tem como tema a agricultura familiar e reunirá 85 organizações apoiadas pelo PPP-ECOS. O encontro promoverá troca de saberes no âmbito ecossocial, com ênfase em iniciativas comunitárias nas regiões do Cerrado e da Caatinga. A programação conta com atividades em grupo para a troca de experiência entre os participantes, talk show sobre a ‘Contribuição do Uso Sustentável para a Conservação’ e, na quarta-feira (9), a ‘Feira da Biodiversidade’, que será aberta ao público e trará produtos agroecológicos de produtores dos biomas para serem conhecidos e comercializados, como mel, conservas de frutos nativos, sabonetes, castanhas entre outros.

Durante a cerimônia de abertura, foram apresentados os resultados dos projetos do PPP-ECOS ao longo de sua implementação, em especial, sobre a melhora na qualidade de vida e das condições de trabalho das comunidades tradicionais.

De acordo com a coordenadora do eixo Planeta, do PNUD Brasil, Rose Diegues, o evento, que celebra mais de duas décadas de atividades do PPP-ECOS no país, reafirma que o programa surge como vitrine dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em que são trabalhados o território, a biodiversidade e a melhoria da condição de vida das comunidades .

O diretor do departamento de Extrativismo, do Ministério do Meio Ambiente, Mauro Oliveira Pires, destacou a importância de projetos que atuam em biomas além da Amazônia, como a Caatinga e o Cerrado, e o papel da agricultura familiar e das comunidades indígenas e quilombolas na preservação desses ecossistemas.

Para a representante da Articulação dos Povos Indígenas no Brasil (APIB), Valéria Paye Pereira, iniciativas como esse encontro possibilitam o diálogo em torno dos modos de produção das comunidades tradicionais e suas práticas de preservação do meio ambiente. Ela também ressaltou a luta dos povos indígenas para o reconhecimento de seus direitos ao território.

PPP-ECOS

O Programa de Pequenos Projetos Ecossociais apoia 566 projetos de organizações não governamentais e de base comunitária que geram impactos ambientais positivos e englobam o uso sustentável da biodiversidade. Atualmente, apoia projetos também na Amazônia, nos Estados do Maranhão, Mato Grosso e Tocantins.

Desse 1994, o PNUD é parceiro do Programa e oferece apoio técnico para o desenvolvimento dos projetos.

“A continuidade do PPP-ECOS é fundamental para as comunidades, pois com ele iniciamos vários projetos, como nossas agroflorestas. Precisamos continuar nos organizando com nossos plantios, articulando as vendas, enfim, prosseguir com a melhoria da nossa qualidade de vida. O PPP-ECOS nos possibilita transformações”, conta a agricultora familiar e membro de uma das organizações apoiada pelo Programa, a Associação de Mulheres Empreendedoras Rurais e Artesanais de Barro Alto e Santa Rita do Novo Destino (AMERA), Ginercina Silva.

Serviço

2º Encontro de Experiências e Aprendizados do Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-ECOS) no Cerrado e na Caatinga

Local: Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC) - Brasília-DF

Datas: 8, 9 e 10 de maio

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