Luiz Gonçalves Martins

A fim de acelerar o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no Brasil, o PNUD tem fechado parcerias inovadoras não apenas a nível nacional, mas também internacionalmente. Um exemplo disso é a cooperação com o Pardee Center da Universidade de Denver, nos Estados Unidos, firmada no segundo semestre deste ano, que visa a elaboração de projeções e cenários para todos os estados brasileiros até 2030. 

Isso será possível a partir do programa de simulação "International Futures" (IFs), usado para analisar tendências a curto, médio e longo prazos, levando em consideração áreas como meio ambiente, economia, agricultura e educação. No Brasil, a ferramenta analisa as 27 unidades federativas do país, relacionando-as a questões subnacionais, regionais e globais. Esse caráter transversal do modelo permite a percepção de como as mudanças em um sistema podem afetar todos os outros.

O projeto está em fase de levantamento de dados, que, depois da validação e análise, contribuirão para a elaboração de 27 relatórios subnacionais com foco no avanço de cada território para o alcance das metas dos ODS, apontando alguns fatores aceleradores para o alcance dos objetivos. De acordo com a coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do PNUD Brasil, Samantha Salve, até o momento, uma boa parcela dos dados de população, economia, agricultura, educação, energia, sociopolítica, política internacional, meio ambiente, tecnologia, infraestrutura e saúde já foram mapeados e estão em fase de sistematização e validação para comparação com as fontes de dados internacionais.

Os dados podem servir como indicadores e apontamentos do avanço de cada território para o alcance das metas dos ODS, contribuindo para a elaboração, avaliação e monitoramento de planos governamentais, como o Plano Plurianual dos Estados. O gerente de Estatística do PNUD Nikolas Pirani destaca que o Brasil é internacionalmente reconhecido por ser um bom produtor de informações sobre a sua realidade, mas que agrupar e sistematizar as diversas fontes de dados e informações ainda requer um esforço significativo.

Para viabilizar o projeto, foram realizadas reuniões e workshops de treinamento com equipes de técnicos norte-americanos, que contaram com a participação de representantes do PNUD Brasil, da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), do Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), e da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan). Um novo workshop está previsto para fevereiro de 2019.

Saiba mais sobre o International Futures:

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