Projeto Cotton Victoria, na Tanzânia

Quarto maior produtor mundial e segundo do ranking global de exportadores de algodão, o Brasil tem compartilhado sua expertise com outros países que também têm na cotonicultura fonte de renda importante para os seus agricultores.

É nesse contexto que o projeto "Apoio ao desenvolvimento do setor algodoeiro por meio da Cooperação Sul-Sul" – da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) em parceria com o PNUD – utiliza experiências e conhecimentos disponíveis no Brasil para contribuir com o crescimento do setor algodoeiro em países em desenvolvimento.

Como o trabalho dessa cooperação técnica tem foco no compartilhamento de informações, conhecimentos, saberes e boas-práticas, o projeto marcará presença no 12º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), que ocorre de 27 a 29 de agosto em Goiânia, Goiás, um dos maiores produtores de algodão do país. 

Realizado a cada dois anos pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e da Embrapa, o evento contará com uma vasta programação de plenárias, minicursos, workshops e mesas-redondas, abordando as mais importantes questões do setor. Neste ano, o tema central do congresso será "a cotonicultura como vitrine da agricultura do amanhã".

Intercâmbio

Durante o evento, um espaço montado pela ABC em colaboração com organismos das Nações Unidas no Brasil – entre elas o PNUD – divulgará esse e outros projetos para a comunidade brasileira de produtores de algodão. Além disso, a ABC promoverá a participação no congresso de mais de 130 representantes de 16 países parceiros da África e de 6 da América Latina e do Caribe. Essa é a terceira vez que a ABC estará presente no evento levando delegações estrangeiras.

De acordo com o coordenador-geral de África, Ásia, Oceania e Oriente Médio da ABC, Nelci Caixeta, para os técnicos africanos e latino-americanos, que frequentarão as palestras e salas temáticas do CBA, esse é um momento de ver como as tecnologias que estão utilizando operam no ambiente dos produtores brasileiros. "Para eles, o evento ainda estabelece a possibilidade de uma rede de contatos com pequenos e grandes produtores do Brasil", completa.

O presidente da Abrapa, Milton Garbugio, reitera a importância do intercâmbio. "O Brasil é um grande player mundial no setor algodoeiro e se torna tanto mais forte à medida em que partilha conhecimentos e promove acesso para que outros países, sobretudo os nossos vizinhos em desenvolvimento, também possam galgar mais renda e qualidade de vida para os seus povos", afirma.

Desenvolvimento

O setor algodoeiro ocupa posição estratégica na política de desenvolvimento e nos programas de redução da pobreza de vários países africanos.

Conforme o oficial de programa em cooperação Sul-Sul do PNUD, Daniel Furst, na condição de liderança mundial em tecnologia de plantio direto na área cotonícola, o Brasil contribui, mediante demanda dos países parcerios, para a melhoria da produtividade do algodão na África, promovendo o aumento de renda e de acesso das populações rurais a alimentos. "Essas ações contribuem, também, para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)", completa.

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