Foto: Clarice Castro/Secretaria Especial do Desenvolvimento Social

O fortalecimento do vínculo familiar é um dos objetivos do Programa Criança Feliz, iniciativa do Governo Federal que tem apoio do PNUD. Lançado em 2016 para ampliar a rede de atenção à primeira infância no país, atende gestantes, crianças de até 3 anos beneficiárias do Bolsa Família, crianças de até 6 anos beneficiárias do Benefício Assistencial ao Idoso e à Pessoa com Deficiência (BPC) e crianças de até 6 anos afastadas do convívio familiar em razão da aplicação de medida protetiva prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O principal pilar do programa é a realização de visitas domiciliares, nas quais é aplicado o método conhecido como "Care for Child Development" (CCD), "Cuidados para o Desenvolvimento da Criança", em português, desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). A partir de exercícios de comunicação e brincadeiras, os pais ou cuidadores estimulam o desenvolvimento cognitivo da criança, enquanto fortalecem os vínculos de afeto da família.

Além das visitas domiciliares, a busca pela atuação intersetorial é outro pilar do Criança Feliz. O programa agrega políticas públicas de assistência social, educação, cultura, saúde, direitos humanos e direitos da criança e do adolescente. Os visitadores atuam como pontes da rede, articulada com os Centro de Referências de Assistência Social (CRAS), unidades que ofertam os serviços socioassistenciais do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

Desde a implementação do Criança Feliz, o PNUD apoia o fortalecimento institucional da Secretaria Nacional de Promoção do Desenvolvimento Humano, responsável pela gestão do programa. Esse apoio se dá por meio de projetos financiados pelo próprio Ministério da Cidadania e por doadores externos, tais como as fundações Maria Cecília Souto Vidigal, Itaú Social e Bernard van Leer.

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