Anvisa

Uma administração pública modernizada, eficaz e transparente fortalece o Estado e contribui para a solidificação e estruturação de suas instituições. É esse um dos objetivos do Mestrado Profissional em Administração Pública, iniciativa da Anvisa em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV) e o PNUD. O curso é direcionado a profissionais de nível superior da própria agência reguladora e já está em andamento. A primeira turma conta com 30 alunos matriculados.

Além de estudar teorias da administração pública, metodologias de pesquisa e políticas públicas, governo, Estado e sociedade, os estudantes do mestrado também podem escolher entre uma série de disciplinas de temas complementares, como boa governança e desenvolvimento, contabilidade financeira, gestão e controle social e políticas públicas, meio ambiente e sustentabilidade. Ao todo, o currículo exige a conclusão de pelo menos quatro disciplinas obrigatórias e oito eletivas.

Servidora da Anvisa e estudante do mestrado profissional, Isabella Portella afirma que "a parte teórica faz muita diferença no dia a dia do nosso trabalho, especialmente no momento de avaliar uma política pública. Ajuda a pensar nossas ações para o futuro, inovando, sem repetir erros. Uma coisa que fazemos intuitivamente agora vai ser mais profissionalizada", explica.

Segundo o gerente substituto da área de desenvolvimento de pessoas, na Anvisa, Luiz Cruz, o aperfeiçoamento destacado por Isabella é justamente o intuito do curso, que responde a uma demanda da gestão pública, cobrada socialmente. "A boa administração pública demanda um contínuo aperfeiçoamento de suas competências para elevar o nível de satisfação do cidadão, que tem exigido uma atuação voltada para melhor qualidade na prestação de serviços públicos. Para isso, se faz necessária a permanente qualificação do corpo técnico da agência", afirma.

Impacto multisetorial

Além do conteúdo teórico, Portella destaca que a oportunidade de contato com colegas de diferentes setores é outra característica do mestrado profissional que impacta positivamente na atuação dos servidores, estimulados a elaborar diagnósticos e pesquisas para implementação de ações prioritárias. "Fazemos trabalho em grupo com pessoas de outras áreas com as quais não teríamos contato normalmente. Tive ideias para a execução de novos projetos a partir da integração com esses colegas", conta.

O gerente de projeto na área de saúde do PNUD Brasil, Joaquim Fernandes, lembra que o impacto multissetorial não é apenas interno, na gestão, pois atinge também as atividades finais da Anvisa e, consequentemente, quem usufrui delas. "A partir do desenvolvimento de capacidades desses 30 servidores, novos conhecimentos poderão ser aplicados na área de gestão nas atividades finalísticas em vigilância sanitária. O que poderá contribuir e muito para aprimorar mais do que nunca as atividades regulares que a Anvisa tem que executar para a sociedade", diz.

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