Foto: Maira Galvão

Parceria recente entre Itaipu Binacional e PNUD tem desenvolvido uma série de ações que combinam energia, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Trata-se do projeto Oeste 2030, que tem como proposta aterrissar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nos municípios da área de atuação da empresa, no Oeste do Paraná, sensibilizando e mobilizando os líderes locais para o alcance das metas da Agenda 2030.

Um dos focos do projeto é articular agendas de atuação conjuntas entre os municípios, a iniciativa privada e o terceiro setor a fim de garantir que ações, planejamento e políticas públicas estejam alinhadas ao desenvolvimento sustentável. Entre os desafios apontados como prioritários para o cumprimento da Agenda 2030 nos 54 municípios da região, 48% têm vínculo direto com a segurança hídrica.

Esse resultado é reflexo da conscientização desenvolvida por meio de vários projetos realizados pela empresa na região. Além disso, a atuação do PNUD nos municípios, com a finalidade de transformar desafios e prioridades em ações, tem servido como base para as prefeituras que buscam um planejamento alinhado à agenda global de desenvolvimento sustentável e que entendem a importância de garantir a segurança hídrica local.

"Essa parceria com o PNUD reflete o compromisso que Itaipu Binacional tem com o desenvolvimento humano sustentável nacional, uma vez que estamos lidando com uma região de grande importância para o país", afirma o gerente do projeto Oeste 2030 no PNUD, Gabriel Vettorazzo.

Segurança hídrica e desenvolvimento sustentável

Com 170 km de extensão e uma lâmina d’água de 1.350 km², o reservatório da usina de Itaipu, na fronteira entre Brasil e Paraguai, é importante não apenas por garantir o suprimento de 17% da energia do mercado brasileiro e 78% do paraguaio. Com seus 29 trilhões de litros d’água estocados, o lago fronteiriço também garante o abastecimento de municípios, é cenário para atividades de lazer e turismo, e ainda viabiliza atividades econômicas como pesca e agropecuária.

Para garantir esses usos múltiplos, a Itaipu Binacional desenvolve uma série de iniciativas em sua área de influência tendo como objetivo principal a segurança hídrica, ou seja, que haja água em quantidade e qualidade suficientes para essas atividades no longo prazo e de forma sustentável. Esses cuidados se estendem ainda ao reservatório e à bacia hidrográfica do entorno.

Itaipu está encravada em uma das regiões mais produtivas do agronegócio no Brasil. Por isso, os corpos d’água que conectam o território com o reservatório estão sujeitos aos passivos ambientais da agropecuária, como agrotóxicos e dejetos de animais, além do solo descoberto que, devido à ação da chuva, pode acabar nos rios da região. A fim de frear esses passivos, Itaipu realiza ações como o terraceamento das áreas agrícolas, processo que faz a drenagem correta das chuvas e aumenta a retenção de água no solo; a difusão do plantio direto, que também colabora para a retenção, diminuindo a necessidade de agrotóxicos e mantendo o solo coberto durante todo o ano; e o uso dos dejetos da pecuária para a produção de biogás como insumo para energia térmica, elétrica e veicular, e de biofertilizante.

A essas técnicas somam-se outras iniciativas, como ações de educação ambiental, estímulo à agricultura orgânica e adoção de sistemas de integração lavoura-pasto-floresta, assistência técnica gratuita, readequação e cascalhamento de estradas rurais, e recuperação e proteção de nascentes.

Somando as áreas protegidas, reserva e refúgios no Brasil e no Paraguai e faixa de proteção, que tem uma largura média de 200 metros, Itaipu preserva mais de 100 mil hectares de florestas, que respondem pelo sequestro de aproximadamente 5 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente, medida utilizada para comparar as emissões de vários gases de efeito estufa, baseada no potencial de aquecimento global de cada um. 

Por PNUD Brasil, com informações de Itaipu Binacional

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