Siderurgia Sustentável

Promover a discussão sobre a sustentabilidade e a competitividade das cadeias produtivas do carvão vegetal, proveniente de florestas plantadas, para a geração de uma energia limpa e renovável é a proposta do V Fórum Nacional sobre Carvão Vegetal, promovido pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Belo Horizonte (MG), hoje e amanhã.

Como parte da programação, o projeto Siderurgia Sustentável oferecerá, na sexta-feira 17, sete minicursos simultâneos em produção sustentável de carvão vegetal. Essa modalidade evita o desperdício de matéria-prima e aumenta a renda e a competitividade do agricultor que planta florestas. Está prevista a capacitação de mais de 200 pessoas, incluindo produtores independentes, técnicos extensionistas, estudantes e empresários do setor siderúrgico.

Siderurgia Sustentável

O projeto Siderurgia Sustentável atua em Minas Gerais e foi desenvolvido para incentivar a produção sustentável de carvão vegetal de florestas plantadas e fomentar o uso desse insumo na siderurgia brasileira. Além de promover a formação de multiplicadores e a capacitação para produtores, a iniciativa também apoia a disseminação de tecnologias mais eficientes para produção e uso de carvão vegetal na indústria. Para isso, foi criado um mecanismo de apoio que conta com a participação de empresas da cadeia siderúrgica em Minas Gerais, como ArcelorMittal, Plantar, Rima Industrial, Vallourec, DPC e Cossisa. Essas empresas foram selecionadas por meio de processo competitivo e receberam recursos para testar soluções inovadoras e melhorar sua produção.

O apoio para a disseminação de tecnologias produtivas mais eficientes será expandido neste ano para incluir produtores independentes de carvão vegetal, também em Minas Gerais. O objetivo é oferecer apoio técnico e recursos para implantação ou expansão de praças de carbonização com fornos e processos que sejam ambiental, social e economicamente sustentáveis.

Mesmo que a maioria das pessoas não consiga identificar, no dia a dia, o aço, o ferro-gusa e as ferroligas, esses materiais são utilizados na produção de carros, aviões, eletrodomésticos e até celulares. Não é possível, hoje, viver sem o ferro e seus produtos. Para se produzir o aço, o ferro-gusa e as ferroligas, o carvão é indispensável, não apenas porque gera energia, mas também porque fornece o carbono, ingrediente essencial para esses materiais.

O Brasil é o único país no mundo que ainda mantém significativa produção de ferro-gusa, aço e ferroligas com uso de carvão vegetal. Essa característica da siderurgia brasileira fornece ao mercado mundial um produto de excelente qualidade que, se produzido com matéria-prima renovável e processos sustentáveis, não apenas diminui as emissões de gases de efeito estufa, como também reduz a dependência de um produto importado (carvão mineral), além de gerar emprego e renda no Brasil.

O projeto conta com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e é implementado pelo PNUD, com coordenação técnica do Ministério do Meio Ambiente. Sua execução se dá em conjunto com o Ministério da Economia, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e com o Governo de Minas Gerais.

O projeto está alinhado à Agenda 2030 e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que têm como proposta erradicar a pobreza, proteger o planeta e garantir que as pessoas alcancem paz e prosperidade.

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