Viabilidades e obstáculos do setor agrícola no país são tema do seminário "Diagnóstico e Desafio da Agricultura Brasileira", realizado nesta terça-feira (12/3), no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em Brasília. O evento discute o resultado de estudos realizados no âmbito de projeto da Secretaria de Tesouro Nacional (STN) e do PNUD, em parceria com o Ipea.

Entre as questões identificadas e debatidas estão: crédito e seguro agrícolas, extensão rural, comércio internacional, produção e economia regional, propriedade intelectual, logística, armazenamento, biocombustíveis, previdência, migração e emprego no meio rural e crescimento e sustentabilidade ambiental. 

O presidente do Ipea, Carlos Von Doellinger, classificou os temas como "os mais relevantes possíveis", na abertura das atividades. Doellinger destacou ainda a importância da divulgação do conhecimento, abrindo-o para a sociedade e ampliando da melhor forma possível as melhorias que pode proporcionar.

Segundo o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Eduardo Sampaio, as melhorias não são apenas bem-vindas, mas também necessárias. "A agricultura é o setor que mais dá certo na Economia, mas a nossa visão é de que é preciso melhorar. A participação brasileira no mercado mundial está decrescente, e decrescendo rápido. Estamos em um momento crucial de reformulação de apoio para a agricultura", afirma.

Para a representante residente assistente do PNUD, Maristela Baioni, além de uma contribuição importante para a melhoria do cenário agrícola nacional, a divulgação dos resultados ocorre em uma ocasião propícia. "Os estudos surgem em um momento adequado e oportuno, o início de um novo governo, e trazem subsídios importantes para a elaboração e construção de políticas públicas nos próximos quatro anos".

A pesquisa realizada no âmbito do projeto da STN e do PNUD, em parceria com o Ipea, teve como objetivo avaliar políticas públicas em diversos setores do agronegócio brasileiro, buscando identificar possíveis deficiências. Uma primeira fase dos estudos, que continuam em andamento, foi utilizada para a formulação de um conjunto de relatórios. Agora, a previsão é de aprofundamento da pesquisa nas áreas identificadas e debatidas no seminário.

Icon of SDG 02 Icon of SDG 17

PNUD PNUD no mundo

A

Afeganistão

Á

África do Sul

A

Albânia Angola Arábia Saudita Argélia Argentina Armênia Azerbaijão

B

Bahrein Bangladesh Barbados Belize Benim Bielorrússia Bolívia Bósnia e Herzegovina Botsuana Brasil Burkina Faso Burundi Butão

C

Cabo Verde Camarões Camboja Casaquistão Chade Chile China Chipre Colômbia Comores Costa do Marfim Costa Rica Croácia Cuba

D

Djibouti

E

Egito El Salvador Emirados Árabes Unidos Equador Eritréia Escritório do Pacífico Essuatíni Etiópia

F

Federação Russa Filipinas

G

Gabão Gâmbia Gana Geórgia Guatemala Guiana Guiné Guiné-Bissau Guiné Equatorial

H

Haiti Honduras

I

Iêmen Ilhas Maurício e Seychelles

Í

Índia

I

Indonésia Irã

J

Jamaica Jordânia

K

Kosovo Kuwait

L

Lesoto Líbano Libéria Líbia

M

Macedônia do Norte Madagascar Malásia Malauí Maldivas Mali Marrocos Mauritânia México Moçambique Moldova Mongólia Montenegro Myanmar

N

Namíbia Nepal Nicarágua Níger Nigéria

P

Panamá Papua Nova Guiné Paquistão Paraguai PDR do Laos Peru Programa de Assistência ao Povo Palestino

Q

Quênia Quirguistão

R

República Centro-Africana República Democrática do Congo República do Congo República do Iraque República Dominicana República Popular Democrática da Coreia Ruanda

S

Samoa (Escritório Multi-País) São Tomé e Príncipe Senegal Serra Leoa Sérvia Síria Somália Sri Lanka Sudão Sudão do Sul Suriname

T

Tailândia Tajiquistão Tanzânia Timor-Leste Togo Trinidad e Tobago Tucormenistão Tunísia Turquia

U

Ucrânia Uganda Uruguai Uzbequistão

V

Venezuela Vietnã

Z

Zâmbia Zimbábue