Foto: Paulo Prezoto.

O lançamento oficial, no Brasil, do Relatório de Desenvolvimento Humano 2020: "A próxima fronteira: O desenvolvimento humano e o Antropoceno" será nesta quarta-feira (16/12) , em evento virtual às 10h30. Contará com a presença de representantes do PNUD e do governo federal. 

O relatório marca o 30º aniversário do RDH, que calcula a prosperidade dos países. Neste ano, o documento inclui um novo índice sobre o progresso humano, o IDHP. Ele reúne informações sobre as emissões de dióxido de carbono e a pegada material dos países (medida de extração de matéria-prima no mundo para atender à demanda nacional). Países ricos e pobres devem redesenhar suas trajetórias de progresso e diminuir a pressão humana sobre o planeta, segundo o relatório.

Segundo o novo índice ambiental, o Brasil sobe dez posições no ranking nesse comparativo. Fica em 74º lugar. O efeito é inverso na maioria dos países desenvolvidos, que perdem posições, por exercerem mais pressão sobre o meio ambiente.

No Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) consolidado, o Brasil está na 84ª posição entre 189 nações. Caiu cinco posições em relação ao índice medido entre 2018 e 2019, mas permanece no grupo de países com alto desenvolvimento humano. O Brasil registrou leve aumento no IDH, que passou de 0,762 para 0,765 entre os anos, mas não o suficiente para avançar no ranking mundial.

O IDH mede o progresso dos países em saúde, educação e renda. Para esse indicador, quanto mais próximo de 1, mais alto é o desenvolvimento humano. O ranking é liderado pela Noruega, cujo IDH é de 0,957. Na outra ponta, o Níger tem o pior índice, de 0,394.

“Para o PNUD, o desenvolvimento humano continua sendo o objetivo central. A questão é como construir pactos com base em novos valores. É disto que trata o novo RDH 2020: redesenhar os caminhos para o progresso humano, aliviando as pressões sobre o planeta", destaca a coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do PNUD no Brasil, a economista Betina Ferraz Barbosa. 

O levantamento se refere ao ano de 2019 e, portanto, ainda não avalia os impactos da pandemia de COVID-19 no desenvolvimento humano. Mas a projeção é de que ela paralise o avanço dos países nas dimensões humanas, o que será medido no próximo relatório, o de 2021.

 

 

 

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